Condição Humana na Modernidade 2014

Início » CAPES (Conceito e Bolsas de Pesquisa) » Pontuação CAPES do Programa de Pós – Saiba os Critérios

Pontuação CAPES do Programa de Pós – Saiba os Critérios

Notícias da UFSC

Erro: o Twitter não respondeu. Por favor, aguarde alguns minutos e atualize esta página.

Programa de Pós-Graduação Interdisciplinar em Ciências Humanas

O Programa de Pós-Graduação Interdisciplinar em Ciências Humanas da UFSC tem por objetivo principal desenvolver atividades de ensino e pesquisa de caráter interdisciplinar. Iniciou suas atividades no nível de doutorado em 1995, a partir da convergência temática de um grupo de professores-pesquisadores provenientes das disciplinas de Antropologia, Ciência Política, Filosofia, Geografia, História, Psicologia e Sociologia. O Programa está reconhecido pela CAPES, tendo recebido NOTA 5 na sua última avaliação (Outubro 2007). Existe disponibilidade para os alunos de um número limitado de bolsas da CAPES, do CNPq e de outras instituições conveniadas.

Grupo de Pesquisa no Lattes

Receba notícias no e-mail

Junte-se a 1.719 outros seguidores

Acessos

  • 16.780 Visitas

Todos os alunos tem interesse que a pontuação da Capes para o Programa de Pós-Graduação se eleve! Atualmente o DICH tem pontuação CINCO. Ótimo! Devemos muito ao esforço da coordenação e dos nossos professores e alunos. Mas acredito que sabendo dos critérios, olhando com carinho para esses elementos que constituem a nota do programa, podemos unir esforços para subir nosso Conceito. Além de maior número de bolsas para os alunos, maior recurso para viagens em congressos, mais atenção da universidade e do governo, o nosso currículo se torna muito mais bem avaliado.

Criterios Qualis 2008 (Esse arquivo/doc dará uma visão geral desse assunto)

IV – FICHA DE AVALIAÇÃO PARA O TRIÊNIO 2007-2009

Quesitos / Itens Definições e Comentários sobre o Quesito/Itens
1 – Proposta do Programa (Peso do quesito: 0%)
1.1. Coerência, consistência, abrangência e atualização das áreas de concentração, linhas de pesquisa, projetos em andamento e proposta curricular. Além do exposto em cada item, avalia-se qualitativamente a coerência e a atualidade da Proposta do Programa. Ainda que não componha a nota final, este quesito constitui uma síntese de como o programa se vê, aprecia seu passado e projeta seu futuro, dando, portanto, maior responsabilidade à sua apresentação.

Neste quesito avalia-se também a adequação do Programa às diretrizes de interdisciplinaridade em conformidade com os conceitos definidos no Documento de Área da CAInter. Avalia-se como o Programa incorpora a interdisciplinaridade como método de produção do conhecimento, a exeqüibilidade e potencial de sua consolidação. Da mesma forma verifica-se a abrangência multi & interdisciplinar da estrutura curricular e a adequação da infraestrutura para ensino e pesquisa interdisciplinares, dentre outros aspectos.

Entende-se por Multidisciplinar o estudo que agrega diferentes áreas do conhecimento em torno de um ou mais temas, no qual cada área ainda preserva sua metodologia e independência. Entende-se por Interdisciplinaridade a convergência de duas ou mais áreas do conhecimento, não pertencentes à mesma classe, que contribua para o avanço das fronteiras da ciência e tecnologia, transfira métodos de uma área para outra, gerando novos conhecimentos ou disciplinas e faça surgir um novo profissional com um perfil distinto dos existentes, com formação básica sólida e integradora.

De uma proposta de Programa de Pós-graduação Interdisciplinar, espera-se que o produto final, em geração de conhecimento e qualidade de recursos humanos formados, seja maior que a soma das contribuições individuais das partes envolvidas.

1.2. Planejamento do programa com vistas a seu desenvolvimento futuro, contemplando os desafios internacionais da área na produção do conhecimento, seus propósitos na melhor formação de seus alunos, suas metas quanto à inserção social mais rica dos seus egressos, conforme os parâmetros da área.
1.3. Infra-estrutura para ensino, pesquisa e, se for o caso, extensão.
2 – Corpo Docente (Peso do quesito: 20%)
2.1. Perfil do corpo docente, consideradas titulação, diversificação na origem de formação, aprimoramento e experiência, e sua compatibilidade e adequação à Proposta do Programa.

(Peso do item no quesito: 30%)

São observados: a participação de docentes permanentes bolsistas do CNPq; a diversidade de instituições onde os docentes permanentes concluíram o doutorado; o apoio a projetos por órgãos de fomento; a distribuição do corpo docente pelas áreas disciplinares que abrangem a proposta; o grau de inter-multidisciplinaridade, compatibilidade e integração do corpo docente com a Proposta do Programa.

Indicador de Formação Docente

IndFor (%) = ( Form1 + Form2 + Form3 ) / 3

Form1 = (A / B) × 100 %

A = Número de docentes permanentes que são bolsistas do CNPq

B = Número total de docentes permanentes

Form2 = (C / D) × 100 %

C = Número de instituições onde os docentes permanentes concluíram o doutorado

D = Número total de docentes permanentes

Form3 = (E / F) × 100 %

E = Número de docentes permanentes com projetos apoiados por órgãos de fomento

F = Número total de docentes permanentes

Indicador do Grau de Multidisciplinaridade, Compatibilidade e Integração do Corpo Docente com a Proposta do Programa – especialidade e adequação em relação à Proposta do Programa. A formação do corpo docente deve ser bem distribuída pelas áreas disciplinares que abrangem a proposta.

2.2. Adequação e dedicação dos docentes permanentes em relação às atividades de pesquisa e de formação do programa.

(Peso do item no quesito: 50%)

A CAInter sugere que os programas sejam compostos com um mínimo de 12 docentes permanentes; que as demais categorias, colaboradores e visitantes, não superem, juntas, 30% do quadro; que a dedicação às atividades de pesquisa e formação no programa seja em média de 20 horas semanais; e que o número médio de orientandos por docente permanente não seja superior a oito.

Indicador de Adequação do Corpo Docente

IndAde = ( Ade1 + Ade2 + Ade3 ) / 3

Ade1 = ( A / B ) × 100

A = Número de docentes permanentes

B = Número total de docentes

Ade2= ( C / D ) × 100

C = Carga horária total dos docentes permanentes dedicada ao programa de pós-graduação em avaliação

D = Número total de docentes permanentes × 40 h

Ade3 = ( E / F )

E = Número total de orientandos dos docentes permanentes (considerando todos os programas em que estes docentes participam)

F = Número de docentes permanentes orientadores

Obs.: De acordo com a portaria 068/2004 o docente permanente é aquele que esteja desempenhando as três atividades: (i) orientação; (ii) pesquisa; e (iii) docência.

Indicador de Dedicação Docente

IndDoc = ( Doc1 + Doc2 ) / 2

Doc1 = ( A / B )

A = Número de disciplinas ministradas na pós-graduação pelos docentes permanentes

B = Número de docentes permanentes

Doc2 = ( C / D )

C = Número de docentes permanentes que ministraram disciplinas

D = Número total de docentes permanentes

A atuação docente em atividades de pesquisa é avaliada levando em consideração a liderança de projetos, e sua relevância nos níveis regional, nacional e internacional, bem como impacto na formação de recursos humanos e aderência à proposta do programa. 

2.3. Distribuição das atividades de pesquisa e de formação entre os docentes do programa.

(Peso do item no quesito: 10%)

É observado se as atividades de orientação e a carga horária em disciplinas estão bem distribuídas pelo quadro de permanentes; e se todos os docentes do programa estão envolvidos em atividades de pesquisa.

MedDis = A / B

A = Número de disciplinas ministradas pelos docentes permanentes no programa

B = Número total de docentes permanentes

IndDist = ( C / D ) X 100

C = Número de docentes permanentes com um número de disciplinas ministradas na faixa de 70 % a 130 % da média MedDis

D = Número total de docentes permanentes

IndPer = ( E / F ) x 100

E = Número de docentes permanentes que atuaram nas três atividades: (i) orientação; (ii) ministrando disciplinas; e (iii) participação em projetos de pesquisa

F = Número total de docentes permanentes

2.4. Contribuição dos docentes para atividades de ensino e/ou de pesquisa na graduação, com atenção tanto à repercussão que este item pode ter na formação de futuros ingressantes na PG, quanto (conforme a área) na formação de profissionais mais capacitados no plano da graduação. Obs: este item só vale quando o PPG estiver ligado a curso de graduação; se não o estiver, seu peso será redistribuído proporcionalmente entre os demais itens do quesito.

(Peso do item no quesito: 10%)

Quando é o caso, observa-se o tempo médio semanal dedicado à disciplinas da graduação e o número de docentes permanentes que atuam nessas disciplinas, a participação discente de graduação em projetos e na produção do programa, a existência de fomento institucional de bolsas de iniciação científica e/ou tecnológica e a presença de bolsistas dessas modalidades no programa.

IndGrad = ( Grad1 + Grad2 + Grad3 ) / 3

Grad1 = ( A / B ) X 100

A = Carga horária total de aula dos docentes permanentes na pós- graduação

B = Carga horária total de aula dos docentes permanentes

Grad2 = ( C / D ) x 100

C = Tempo médio semanal, por docente, de aula na graduação e na pós-graduação

D = 40 h

Obs: Para instituições que não tenham curso de graduação deve-se considerar C = 2,0 X tempo médio, por docente, de aula de pós-graduação.

Grad3 = ( E / F ) x 100

E = Número de docentes permanentes que ministraram aulas na graduação e na pós-graduação

F = Número total de docentes permanentes

Para Instituições que não tenham curso de graduação o indicador será modificado para:

IndGrad = ( Grad2 + Grad3 ) / 2

3 – Corpo Discente, Teses e Dissertações

(Peso do quesito: 35%)

3.1. Quantidade de teses e dissertações defendidas no período de avaliação, em relação ao corpo docente permanente e à dimensão do corpo discente.

(Peso do item no quesito: 15%)

São verificados os números de dissertações e teses defendidas e aprovadas no período e sua proporção em relação ao corpo docente permanente e ao corpo discente.

IndOri = ( A + 2 B ) / C

A = Número de dissertações defendidas e aprovadas

B = Número de teses defendidas e aprovadas

C = Número total de docentes permanentes

3.2. Distribuição das orientações das teses e dissertações defendidas no período de avaliação em relação aos docentes do programa.

(Peso do item no quesito: 20%)

Observa-se o número de orientadores do quadro permanente com teses e/ou dissertações defendidas no período e o número total de alunos matriculados no programa, em relação ao número total de docentes permanentes.

Norient = A / B

A = número de orientadores do quadro permanente com teses ou dissertações defendidas no período

B= número total de docentes permanentes

IndRel = A / B

A = Número total de alunos regulares do programa (total no início do Ano Base, incluídos os Alunos Novos)

B = Número total de docentes permanentes

DistOri = ( E / F ) x 100

E = Número de docentes permanentes com um número de orientandos na faixa de 70 % a 130 % do indicador IndRel

F = Número total de docentes permanentes

Pela Portaria CAPES 068/2004 todos os docentes permanentes devem estar orientando.

3.3. Qualidade das Teses e Dissertações e da produção de discentes autores da pós-graduação e da graduação (no caso de IES com curso de graduação na área) na produção científica do programa, aferida por publicações e outros indicadores pertinentes à área.

(Peso do item no quesito: 50%)

Verifica-se a proporção de discentes da pós-graduação que são autores de artigos completos em periódicos ou em eventos científicos relevantes, e também de livros ou capítulos de livros e de produção tecnológica/artística relevante; incluindo o egresso da pós-graduação com até três anos de conclusão do curso. Outros aspectos, como a participação discente da graduação na produção intelectual, qualidade das bancas examinadoras e o vinculo das teses e dissertações às áreas de concentração e linhas de pesquisa também são observados.

IndAut (%)= ( A / B ) × 100 %

A = Número de discentes da pós-graduação autores de artigos completos em periódicos ou em eventos científicos relevantes, livros ou capítulos de livros e produção tecnológica/artística relevante

B = Número total de alunos da pós-graduação

IndQual = A / IndOri

A = produção intelectual média por docente permanente com participação discente de pós-graduação, incluindo o egresso até três anos após a conclusão do curso.   

3.4. Eficiência do Programa na formação de mestres e doutores bolsistas: Tempo de formação de mestres e doutores e percentual de bolsistas titulados.

(Peso do item no quesito: 15%)

São considerados a proporção de bolsistas que concluíram suas teses e dissertações e o tempo médio de titulação de bolsistas e não bolsistas.

IndEfi = ( Efi1 + Efi2 + Efi3 + Efi4 + Efi5 + Efi6 ) / 6

Efi1 = 2 × ( A / B )

A = Número de alunos de mestrado bolsistas que concluíram a dissertação

B = Número total de alunos de mestrado bolsistas

Efi2 = 4 × ( C / D )

C = Número de alunos de doutorado bolsistas que concluíram a tese

D = Número total de alunos de doutorado bolsistas

Efi3 = Tempo médio de titulação dos bolsistas de mestrado (meses)

Efi4 = Tempo médio de titulação dos bolsistas de doutorado (meses)

Efi5 = Tempo médio de titulação dos alunos de mestrado não bolsistas (meses)

Efi6 = Tempo médio de titulação dos alunos de doutorado não bolsistas (meses)

O cálculo do indicador IndEfi deverá ser ajustado consistentemente de forma a considerar programas que tenham apenas o Mestrado Acadêmico ou apenas o Doutorado.

4 – Produção Intelectual (Peso do quesito: 35%)
4.1. Publicações qualificadas do Programa por docente permanente.

(Peso do item no quesito: 55%)

É calculada a média anual sobre a produção em periódicos no Sistema Qualis da Área Interdisciplinar, mais a produção em livros e capítulos de livro, multiplicados pelos respectivos pesos, por docente permanente:

IndProd = ( 1,0*A1 + 0,85*A2 + 0,7*B1 + 0,55*B2 + 0,4*B3 + 0,25*B4 + 0,1*B5) / (docente permanente)

A área poderá considerar, ao computar este índice (IndProd) na avaliação trienal, um fator de correção de modo a incluir no mesmo a produção em livros e capítulos de livro.

A CAInter determina como requisito mínimo para um curso candidatar-se a nota 5, que a média anual da produção calculada pelo índicador IndProd seja de 1,2. Não atingindo este índice, caso a média anual da produção calculada pelo indicador IndProd seja maior ou igual a 0,8, o curso é candidato à nota 4. Não atingindo este último índice, caso o indicador IndProd seja maior ou igual a 0,5 o curso é candidato à nota 3.

Para evitar concentração da produção nos estratos B3, B4 e B5, a CAInter determinou que a contribuição B3 + B4 + B5 só seja contabilizada até o limite de 20% do total de produção que compõe o indicador IndProd.

A produção em livros e capítulos, quando contabilizada no indicador IndProd, será considerada multiplicando-se os pontos atribuídos à obra, definidos na tabela abaixo, por 0,02. A pontuação de cada livro ou capítulo é calculada segundo o Roteiro para Classificação de Livros, aprovado pelo Conselho Técnico e Científico da CAPES, constante desse documento.

O “Instrumento para a Classificação de Livros”, presente no referido roteiro, deverá ter suas três partes preenchidas pela Coordenação do Programa ou pelo docente autor, para todos os produtos classificados como livro ou capítulo de livro.

Pontuação atribuída a livros e capítulos

Livros com editoração pontos
L1 25
L2 50
L3 75
L4 100
LNC 0

LNC – obras não classificadas para avaliação como livros

Capítulos de livros com editoração pontos
C1 0,5*L1
C2 0,5*L2
C3 0,5*L3
C4 0,5*L4
LNC 0,0

LNC – obras não classificadas para avaliação como capítulos

A soma de capítulos na mesma coletânea não pode ultrapassar a pontuação de uma obra integral.

4.2. Distribuição de publicações qualificadas em relação ao corpo docente permanente do Programa.

(Peso do item no quesito: 30%)

A produção em periódicos no sistema Qualis da Área Interdisciplinar, deve estar homogeneamente distribuída por pelo menos 50% do quadro docente permanente.
4.3. Produção técnica, patentes e outras produções consideradas relevantes.

(Peso do item no quesito: 10%)

Avalia-se a produção tecnológica comprovada na forma de patente concedida, patente licenciada, software registrado, e produto e processo tecnológicos registrados. Considera-se o vínculo com a Proposta do Programa, com suas Áreas de Concentração, Linhas de Pesquisa e Projetos, e a co-autoria discente (teses e dissertações que geraram esses produtos). A CAInter considera que a avaliação de patentes deva enfatizar o benefício que as mesmas estão trazendo para a formação de recursos humanos no nível de pós-graduação, no contexto do programa.
4.4. Produção artística, nas áreas em que tal tipo de produção for pertinente.

(Peso do item no quesito: 5%)

Quando é o caso, e não se aplicam os indicadores acima, a produção artística é avaliada qualitativamente.
5 – Inserção  Social (Peso do quesito: 10%)
5.1. Inserção e impacto regional e (ou) nacional do programa. São observados os impactos educacional, social, cultural e tecnológico/econômico do programa, bem como o impacto das teses e dissertações na inserção dos egressos no mercado de trabalho, inserção de produtos, processos, serviços nas comunidades, e a capacidade de atração de candidatos de diversas regiões do país.
5.2. Integração e cooperação com outros programas e centros de pesquisa e desenvolvimento profissional relacionados à área de conhecimento do programa, com vistas ao desenvolvimento da pesquisa e da pós-graduação. Avalia-se a existência de intercâmbios, parcerias, projetos de cooperação e produção conjunta com outros programas e centros de pesquisa, e ainda a mobilidade discente e docente nacional e internacional
5.3 – Visibilidade ou transparência dada pelo programa à sua atuação. São verificadas as garantias de amplo acesso às Teses e Dissertações.

Sugere-se a manutenção de uma página web atualizada do programa, com informações acessíveis para o público em geral, contendo um resumo de sua proposta, suas linhas de atuação, áreas de concentração, linhas de pesquisa, grade curricular e lista de produções. Sugere-se a disponibilização de material didático e de divulgação científica na página do programa.

V. Considerações e definições sobre atribuição de notas 6 e 7 – inserção internacional

As notas 6 e 7 são reservadas exclusivamente para programas com doutorado, classificados com nota 5 na primeira etapa de realização da avaliação trienal, e que necessária e obrigatoriamente apresentem desempenho equivalente ao de centros internacionais de excelência da área, e tenham um nível de desempenho altamente diferenciado em relação aos demais programas da área.

O programa candidato à nota 6 ou 7 deverá atingir excelência nos cinco quesitos da Ficha de Avaliação de Programas da CAPES e apresentar:

  • nível de qualificação, de produção e de desempenho equivalentes ao de centros internacionais de excelência na formação de recursos humanos;
  • consolidação e liderança nacional como formador de recursos humanos para pesquisa e pós-graduação e não apenas como importante centro de produção de pesquisa;
  • liderança nacional na nucleação de programas de pós-graduação e de grupos de pesquisa;
  • inserção e impacto regional e nacional, integração e solidariedade com outros programas com vistas ao desenvolvimento da pesquisa e da pós-graduação e visibilidade ou transparência na sua atuação.

As características que contribuem para conferir os graus de excelência pretendidos nos programas envolvem questões como as abordadas a seguir.

Com relação à internacionalização, além dos parâmetros de produção, os programas devem demonstrar, principalmente com relação o seu corpo docente permanente, a proporção de docentes participando como visitantes em programas de IES estrangeiras; a proporção de docentes com estágio pós-doutoral em IES estrangeiras: a recepção de professores visitantes estrangeiros no triênio; o intercâmbio de alunos com IES estrangeiras, sobretudo através de bolsas-sanduíche; a orientação de alunos de origem estrangeira no programa; a participação de docentes em eventos científicos de caráter internacional; o financiamento internacional de atividades de pós-graduação; a participação em comitês editoriais e em editoria de periódicos de circulação internacional; a participação em diretorias de associações científicas internacionais; a participação em projetos de pesquisa envolvendo grupos de pesquisa de instituições estrangeiras.

Quanto à liderança na área, os programas devem demonstrá-la por meio de atração de alunos de diferentes regiões do país e de outros países; da proporção de docentes permanentes participando de comitês de área no CNPq, DECIT, FINEP, CAPES e de agências de fomento internacionais e nacionais; das premiações, nacionais ou internacionais, recebidas pelos docentes permanentes, que tenham relação com as atividades de pesquisa e orientação; da proporção de docentes permanentes participando de diretorias de associações científicas nacionais e internacionais; da participação de docentes permanentes em cargos relevantes para a política nacional nas áreas associadas aos programas, em especial da educação, saúde e ciência e tecnologia.

Com relação à nucleação, os programas devem demonstrar a participação de egressos em atividades de ensino de graduação em outras IES da região, em outras regiões do país ou em países com menor grau de desenvolvimento na pós-graduação; em atividades de ensino de pós-graduação em outras IES da região, em outras regiões do país ou em países com menor grau de desenvolvimento na pós-graduação; em atividades de pesquisa em outras IES da região, em outras regiões do país ou em países com menor grau de desenvolvimento na pós-graduação.

No que se refere à solidariedade, os programas devem demonstrar sua cooperação com programas com nota 3 ou 4 ou com grupos que ainda não tem curso de pós-graduação stricto sensu, por meio de projetos como Minter, Dinter, Casadinho, Procad ou associação com IES para promover a criação e consolidação de cursos de pós-graduação, sobretudo em outras regiões do país ou em países com menor grau de desenvolvimento na pós-graduação; de assessoria para a formulação de propostas de cursos novos; de participação em projetos conjuntos com grupos de pesquisa não consolidados; de participação em disciplinas, seminários e oficinas em outros cursos de pós-graduação; de parceria de docência, pesquisa e orientação em países com menor grau de desenvolvimento na pós-graduação; de participação em cursos em associação ampla.

Brasília, Outubro de 2009


Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s

Desafios da Pesquisa Interdisciplinar em Ciências Humanas

%d blogueiros gostam disto: