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Até 2014, 75 mil estudantes poderão ir ao exterior (Programa Ciência Sem Fronteiras)

Notícias da UFSC

Programa de Pós-Graduação Interdisciplinar em Ciências Humanas

O Programa de Pós-Graduação Interdisciplinar em Ciências Humanas da UFSC tem por objetivo principal desenvolver atividades de ensino e pesquisa de caráter interdisciplinar. Iniciou suas atividades no nível de doutorado em 1995, a partir da convergência temática de um grupo de professores-pesquisadores provenientes das disciplinas de Antropologia, Ciência Política, Filosofia, Geografia, História, Psicologia e Sociologia. O Programa está reconhecido pela CAPES, tendo recebido NOTA 5 na sua última avaliação (Outubro 2007). Existe disponibilidade para os alunos de um número limitado de bolsas da CAPES, do CNPq e de outras instituições conveniadas.

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Até 2014, 75 mil estudantes poderão ir ao exterior, com bolsas de estudo e passagens áreas pagas, além de seguro médico. Alunos que cursam desde o nível médio até o pós-doutorado serão beneficiados por um novo programa de internacionalização, o Ciências sem Fronteira. O projeto-geral será apresentado à presidenta da República, Dilma Rousseff, no dia 15 próximo, pelos ministros da educação, Fernando Haddad, e da Ciência e Tecnologia, Aloizio Mercadante. Os primeiros bolsistas devem ser selecionados no primeiro semestre de 2012.

Na terça-feira, 7, a primeira versão do programa foi exposta no Ministério da Educação, em Brasília. A reitores de universidades e de institutos federais de educação, ciência e tecnologia, Haddad e Mercadante apresentaram as linhas gerais da iniciativa. Participaram da apresentação os presidentes da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), Jorge Almeida Guimarães, e do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), Glaucios Oliva.

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Ministros falam sobre novo projeto do governo federal para formação no exterior (Foto: ACS/Capes)

 

“Não se trata de um rompante em que levaremos muitos estudantes ao exterior, mas de um grande projeto, que será institucionalizado pelo governo federal”, explicou Haddad.

À Capes, caberá a oferta de 40 mil bolsas, com estimativa de investimento de US$ 936 milhões ao longo de quatro anos. O CNPq, por sua vez, será responsável por outras 35 mil bolsas. “Para ter ideia da amplitude do programa, basta comparar o número atual de bolsas concedidas em 2010 — 5,3 mil — às 75 mil que serão ofertadas em três anos”, ponderou Mercadante.

“A atuação da Capes nesse programa trará como diferencial a inserção da educação básica no rol das modalidades beneficiadas com bolsas”, disse Jorge Guimarães. Segundo o presidente da Capes, o programa é importante porque explora a afinidade entre as agências de fomento Capes, Finep, CNPq e também as universidades.

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Inserção da educação básica no rol das modalidades beneficiadas com bolsas será o diferencial na atuação da Capes (Foto: ACS/Capes)

 

Tecnologia — O novo programa pretende atender áreas consideradas prioritárias para o desenvolvimento do país. Dada a escassez de mão de obra qualificada em engenharia e tecnologia, tais setores serão o ponto central da iniciativa. “São áreas em que o mercado de trabalho está aquecido e há déficit de pessoal”, observou Mercadante. “Para cada 50 formandos no país, temos apenas um engenheiro.”

Uma das novidades é a concessão de bolsas a estudantes de cursos técnicos de nível médio — serão três mil em três anos. Além dos estudantes de cursos técnicos, serão beneficiados os de educação profissional. “Teremos 15 mil bolsas: 6 mil para cursos superiores de tecnologia, 3 mil para licenciatura em matemática, física, química e biologia, 3 mil para bacharelado tecnológico e 3 mil para estudantes de nível médio”, afirmou o secretário de educação profissional e tecnológica do Ministério da Educação, Eliezer Pacheco.

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Representantes dos ministérios da Educação e da Ciência e Tecnologia apresentam novo projeto em Brasília (Foto: ACS/Capes)

Benefícios — Ainda na fase preliminar de negociação, o Ministério da Educação manteve conversações com instituições de ensino de vários países. Nos Estados Unidos, das 97 universidades contatadas, 95% manifestaram interesse em receber estudantes brasileiros. Elas oferecem alojamento gratuito, estágios de pesquisa e treinamento prévio em língua inglesa.

O plano de ação da Capes prevê em 338% o crescimento no número de bolsas no exterior em relação a 2010.

 

Dados: http://www.utfpr.edu.br

 

Ministro da C&T lança o programa Ciência sem Fronteiras PDF Imprimir E-mail
Publicada por Assessoria de Imprensa da Capes
Terça, 26 de Julho de 2011 13:54
Durante a 38ª Reunião Ordinária do Pleno do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social (CDES), no Salão Nobre do Palácio do Planalto, nesta terça-feira, 26, o ministro da Ciência e Tecnologia, Aloizio Mercadante, apresentou oficialmente o novo programa do Governo Federal – Ciência sem Fronteiras. “Digo que o principal objetivo do programa é aumentar a quantidade de estudantes e pesquisadores nas melhores universidades do mundo, em especial das áreas de engenharias, ciências básicas e tecnológicas”, explicou o ministro. Veja neste link a apresentação de Mercadante. A cerimônia contou com a participação da presidenta da República, Dilma Rousseff.

Ciência sem Fronteiras
O programa vai custear 100 mil bolsas de intercâmbio nas principais universidades do exterior para estudantes, desde o nível médio ao pós-doutorado. A iniciativa tem como objetivos avançar na ciência, tecnologia, inovação e competitividade industrial por meio da expansão da mobilidade internacional; aumentar a presença de estudantes e pesquisadores brasileiros em instituições de excelência no exterior; promover maior internacionalização das universidades brasileiras; aumentar o conhecimento inovador do pessoal das indústrias brasileiras; e atrair jovens talentos e pesquisadores altamente qualificados para trabalhar no Brasil.

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Ciência sem Fronteiras custeará bolsas de intercâmbio em universidades do exterior (Foto: Roberto Stuckert Filho/PR)

A Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) vai conceder 40 mil bolsas até 2014 com investimentos na ordem de R$ 1.731.424.647. Já o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) concederá, no período, 35 mil bolsas, com investimento de R$ 1.429.441.973. As outras 25 mil bolsas serão concedidas por meio de articulação com o setor privado.

Áreas estratégicas
De acordo com dados apresentados pelo ministro, mesmo o país tendo triplicado o número de graduados, chegando a 1 milhão em 2010, as engenhariass não acompanharam o crescimento. “A Coréia possui um engenheiro para cada quatro formados. O Brasil possui um engenheiro para cada 50”, exemplificou.

As áreas estratégicas estabelecidas pelo programa são:

– Engenharias e demais áreas tecnológicas;
– Ciências Exatas e da Terra: Física, Química e Geociências;
– Biologia, Ciências Biomédicas e da Saúde;
– Computação e tecnologias da informação;
– Tecnologia Aeroespacial;
– Fármacos;
– Produção Agrícola Sustentável;
– Petróleo, Gás e Carvão Mineral;
– Energias Renováveis;
– Tecnologia Mineral;
– Tecnologia Nuclear;
– Biotecnologia;
– Nanotecnologia e novos materiais;
– Tecnologia de prevenção e migração de desastres naturais;
– Tecnologias de transição para a economia verde;
– Biodiversidade e Bioprospecção;
– Ciências do Mar;
– Indústria Criativa;
– Formação de Tecnólogos.

Mercadante reforçou a necessidade de investimento em áreas prioritárias e destacou o fato de a concessão de bolsas no exterior pelas instituições federais para estudantes das áreas de humanas ter crescido 66% no período de 2001 a 2009. Para as engenharias, o crescimento foi de apenas 1%. “A Capes e o CNPq vão continuar cobrindo todas as áreas do conhecimento, mas este programa é voltado para darmos um salto tecnológico.”

A presidenta da República, Dilma Rousseff, disse que o novo programa é destinado a resolver gargalos do crescimento do país nos últimos oito anos. “Não vamos formar 75 mil cientistas individuais, mas sim a base do pensamento educacional do país.”


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