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Critérios de avaliação de concursos públicos para professor universitário

Notícias da UFSC

Programa de Pós-Graduação Interdisciplinar em Ciências Humanas

O Programa de Pós-Graduação Interdisciplinar em Ciências Humanas da UFSC tem por objetivo principal desenvolver atividades de ensino e pesquisa de caráter interdisciplinar. Iniciou suas atividades no nível de doutorado em 1995, a partir da convergência temática de um grupo de professores-pesquisadores provenientes das disciplinas de Antropologia, Ciência Política, Filosofia, Geografia, História, Psicologia e Sociologia. O Programa está reconhecido pela CAPES, tendo recebido NOTA 5 na sua última avaliação (Outubro 2007). Existe disponibilidade para os alunos de um número limitado de bolsas da CAPES, do CNPq e de outras instituições conveniadas.

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Os concursos públicos para professor universitário geralmente são compostos de três etapas: prova escrita, prova didática e prova de títulos. Além destas, podem ainda fazer parte do processo seletivo a apresentação de uma proposta de trabalho e/ou a defesa do memorial.

Entretanto, infelizmente nem todos os editais deixam claros os critérios utilizados para as avaliações dos candidatos. Assim, realizamos uma pesquisa sobre os critérios de avaliação mais utilizados em cada etapa, para servir como guia de preparação para os concursos.

Apesar de cada banca avaliadora ter o poder de criar seus próprios critérios, observar se o texto, a aula, a proposta e o memorial atendem os critérios abaixo relacionados pode ser um bom ponto de partida para sua preparação.

PROVA ESCRITA
– Uso correto da língua portuguesa.
– Sequência didática e organização lógica do assunto (introdução, objetivo, desenvolvimento e conclusão).
– Clareza e objetividade.
– Conteúdo adequado ao tema da prova / contextualização.
– Nível do conhecimento adequado ao de graduação e/ou de pós-graduação.
– Emprego de termos técnicos e linguagem científica apropriada.
– Capacidade analítica.
– Domínio do assunto, de conceitos e de definições.

PROVA DIDÁTICA
– Arranjo didático e sequencial do conteúdo (introdução, objetivos, desenvolvimento e conclusão);
– Uso adequado dos recursos didáticos;
– Organização das ideias e sequência lógica do assunto;
– Adequação do plano de aula e das referências bibliográficas ao tema da aula;
– Conteúdo adequado ao tema da aula;
– Nível do conhecimento adequado ao de graduação.
– Uso de termos técnicos e de linguagem científica apropriada; uso correto da língua portuguesa;
– Domínio do assunto;
– Utilização correta de recursos didáticos, qualidade dos recursos utilizados, auxílio e utilidade dos recursos na compreensão do assunto;
– Postura, naturalidade, dinamismo e interação diante da plateia.
– Clareza e dicção, capacidade de despertar o interesse da plateia.
– Adequação do assunto e da aula ao tempo pré-determinado.

PLANO DE TRABALHO
– Relevância e atualidade da Proposta de trabalho.
– Viabilidade da Proposta de Trabalho.
– Viabilidade de cooperações e parcerias locais, nacionais e internacionais.
– Disponibilidade e viabilidade em assumir o cargo e suas funções de ensino, pesquisa e extensão.
– Capacidade de argumentação e de defesa das ideias e das propostas.

DEFESA DO MEMORIAL
– Relação de trajetória profissional e acadêmica com a matéria/área do concurso.
– Articulação de seu percurso profissional/acadêmico com outras áreas do conhecimento e planos de atuação com ensino-pesquisa-extensão e administração acadêmica, numa perspectiva interdisciplinar.
– Sequência lógica do texto e da apresentação oral.
– Objetividade e clareza.
– Articulação das ideias apresentadas, permitindo uma configuração do todo.
– Adequação da apresentação com o texto escrito.
– Consistência argumentativa.
– Horizontes profissionais e acadêmicos e perspectivas de ações interdisciplinares.

PROVA DE TÍTULOS
Aqui não existe consenso. Cada edital apresenta critérios completamente diferentes para avaliação a experiência profissional e a produção acadêmica dos candidatos. Por exemplo, enquanto alguns editais pontuam artigos científicos de acordo com a classificação no Qualis da Capes, outros pontuam artigos de maneira geral, colocando todos no mesmo balaio.

O ideal é que exista um equilíbrio entre sua experiência docente, sua produção bibliográfica e sua experiência profissional. Em via de regra, artigos científicos publicados em bons periódicos quase nunca são demais.

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